Publish 15 Fevereiro 2019

 

 

Programação:

 

RASTRO – NÃO SEI POR ONDE IR MAS O MEU CORPO SABE

EXPOSIÇÃO

27 de março a 13 de abril, aberto de terça a sábado das 14h às 20h30 na Galeria Ponto de Fuga

A exposição, organizada pelas artistas Erica Storer e Margit Leisner, é construída com base em registros de performances. Fotografias, vídeos, textos, publicações e relíquias que formalizam a ação de onde surge a imagem. Mais do que apresentar registros para um recorte temporal ou histórico da performance arte, o que se pretende é apresentar imagens do corpo no contexto da ação. Em que medida é possível uma equivalência: entre uma performance realizada e a imagem propagada para além daquele instante? Fotógrafos, artistas, críticos de artes e o público são todos protagonistas das narrativas que servem de referência para uma história da performance. A exposição oferece pistas e possibilidades de apreensão da live art para além do tempo presente.

Organização: Margit Leisner e Erica Storer / Realização: Farol Arte e Ação / Apoio: Galeria Ponto de Fuga

Classificação Livre | PERMANENTE | Curitiba-PR | GRATUITO

 

OFICINA PERMANENTE – COMO FALAR SOBRE PERFORMANCE?
OFICINA | PERFORMANCE

28, 29 e 30 de março e 2 de abril das 10h às 17h na Plataforma Flex – PF

A Oficina Permanente: Como falar sobre Performance? é uma plataforma contínua para estudos da ação. O programa tem caráter prático e neste módulo inaugura abordagens sobre o ato de registro de performances, estabelecendo a base de simultaneidades que é própria de cada prática, a da performance e a do ato do seu registro. Assim sendo, os participantes da oficina de registro de performance participam também do laboratório de práticas de performance que é de onde surge o vocabulário que será articulado ao longo do trabalho.

Coordenação: Margit Leisner / Orientadores: Margit Leisner e Alexander Del Re (Chile)

Classificação 18 anos | 20 horas | Curitiba-PR | 10 vagas | GRATUITO

 

MOSTRA DE PERFORMANCE – O CORPO COMO ARQUIVO

A Mostra de Performance – O Corpo como Arquivo, reúne seis artistas visuais de diferentes gerações que atuam em diversas redes ao redor do mundo. Tendo em comum o fato de que desde os seus primórdios a gestão do campo da performance se dá em redes e à partir das demandas e iniciativas dos próprios artistas, esta mostra apresenta seis posicionamentos em relação à este campo. Um dos pressupostos desta plataforma é o sentido que cada um dos trabalhos ganha estando em vizinhança com outros.

COSMIC BLURING BALLS
PERFORMANCE

02 de abril às 16h na Galeria Ponto de Fuga

Esta performance nasce de um exercício quântico da busca interior de potência poética. A busca em seu processo reside na essência do ser que através da presença deseja a consciência de que toda a materialidade visível são também energias manifestas. Neste processo de investigaação a escuta e auto-observação são sentidos canalizados para uma conexão com o espaço e o tempo. Os sentidos conectam e canalizam, buscam e encontram, expandem-se e se retraem…quicam. Manifestam sua existência entre a ausência e presença. Como se os corpos pudessem ser apenas “corpos celestes” em suas jornadas cósmicas.

Artistas: Adriana Tabalipa

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Rio de Janeiro-RJ | GRATUITO

ENQUANTO É TEMPO
PERFORMANCE

02 de abril às 17h na Galeria Ponto de Fuga

A performance retrata um presente distópico, de uma época envolvida por desgastes políticos e sociais. Enquanto é tempo, busca através da força física a imagem do corpo que arca com peso de um passado que volta à tona.

Artista: Erica Storer

18 | aproximadamente 30 | Curitiba-PR | GRATUITO

CÉU DA BOCA
PERFORMANCE

02 de abril às 18h na Galeria Ponto de Fuga

O mito é o sujeito central que dá significação a um ritual e cria narrativas para arquétipos. Como e por que esses topoi heroicos são traduzidos em trabalhos de performance? O pensamento de uma arte contemplativa é subtraído de um confronto que exige a investigação por parte do espectador de acordo com os códigos e referências de sua própria cultura. Através de abordagens imersivas dentro de contextos culturais e antropológicos, o artista é motivado por questões como legado e tradição, e de como a arte pode ser um conservatório e transmissor desses agentes.

Artista: Eduardo Amato

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Curitiba-PR | GRATUITO

FORÇA ESTRANHA
PERFORMANCE

03 de abril às 16h na Galeria Ponto de Fuga

As performances de Margit partem de uma pré-figuração (imagem) para se realizarem como presente. Em seus trabalhos ela utiliza materiais do cotidiano para revelar imagens conhecidas porém pouco vistas. Ao estabelecer relações de não- hierarquia com a realidade material o corpo de Margit se desprende de uma identidade fixa para se definir, através da ação, com um corpo entre outros corpos no aqui e no agora. Força Estranha é um trabalho inédito da artista portanto não existe senão como potência no tempo. E é dessa potência que surgem as imagens que serão vistas pelo espectador.

Artista: Margit Leisner

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Curitiba-PR | GRATUITO

PERFORMANCE/NÃO PERFORMANCE
PERFORMANCE

03 de abril às 17h na Galeria Ponto de Fuga

A performance é a Parte 2 da série #WhatIsPerformanceArt e irá buscar dois estados: Performance e não-performance. No estado de performance uma câmera será utilizada para registrar e mostrar ao vivo o que o próprio artista verá durante as suas ações. Na não-performance o registro prévio será exibido para amplificar a natureza dupla da performance explorada pela existência de uma performance através do seu desaparecimento automático.

Artista: Alexander Del Re

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Chile | GRATUITO

UM RIM DIREITO
PERFORMANCE

03 de abril às 18h na Galeria Ponto de Fuga

Última performance criada por Fernando Ribeiro, explora algo novo em seu percurso artístico: tratar de uma questão autobiográfica. Esta performance foi apresentada no ZAZ Festival em Israel, em dezembro de 2018.

Artista: Fernando Ribeiro

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Curitiba-PR | GRATUITO

 

CONVERSAS

EX MISS FEBEM, ETC. – PORTFOLIO EXTRAVAGANZA POR ALETA VALENTE
PALESTRA

04 de abril às 17h na Boiler Galeria

Aleta Valente é artista visual de Bangu, Rio de Janeiro. A sua prática é relacionada à @ex_miss_febem, personagem que ganha vida nas redes sociais. Aleta irá conversar sobre a sua prática, que engloba a publicação de uma vasta coleção de imagens em vídeo e fotografia. Ao desnudar horizontes da imagética cotidiana raramente vista, Aleta nos dá acesso à sua navegação desbravadora. Atualmente, é possível acompanhar as publicações de Aleta no Instagram pelo perfil @ex_miss_febem2.

Artista: Aleta Valente

Classificação 18 anos | 120min | Rio de Janeiro – RJ | GRATUITO

 

PEQUENOS ACIDENTES & SINAIS DE TERROR – PORTFOLIO EXTRAVAGANZA POR FABIO NORONHA
PALESTRA

05 de abril às 17h na Plataforma Flex – PF

A conversa compreende alguns casos presenciados pelos artista em que a censura rondou sua produção; alguns questionamentos sobre a “censura consentida” pelos usuários das redes sociais; e, mais especificamente, colocar em pauta alguns mecanismos de verificação do campo da arte. Assuntos como medição dos aparelhos pela computação das redes telemáticas; disrupção de formas de aquisição/distribuição de informação causada por tecnologias como o compartilhamento Peer-to-Peer (P2P), a apropriação de conteúdos com seus deslocamentos de territórios e densidades culturais distintas também serão abordados na palestra.

Artista: Fabio Noronha

Classificação 18 anos | 150 min | Curitiba-PR | GRATUITO

PERFORMANCE E PRODUÇÃO DE MEMÓRIA SOBRE A PERFORMANCE ARTE – PORTFOLIO EXTRAVAGANZA POR ALEXANDER DEL RE E PAULO REIS
PALESTRA

O6 de abril às 17h na  Plataforma Flex – PF

Se a performance é a arte da presença, qual o lugar da narrativa sobre uma performance à partir de seus registros? Esse tem sido um dos paradigmas que atravessam o campo das práticas conhecidas como live art ou arte viva. Qual a diferença crucial entre uma vídeo-performance e o registro em vídeo de uma performance realizada? A produção de memória que se perpetua para além das imagens vividas em uma performance é um dos assuntos a serem elaborados nesta conversa.

Palestrantes: Alexander Del Re (performer e organizador do Festival Perfolink, Chile) e Paulo Reis (historiador e curador)

Classificação 18 anos | 180min | Chile / Curitiba-PR | GRATUITO

 

 

 

Publish 02 Setembro 2018

 

Notes from a trembling community in a wilful state of flux //

 

Notas de uma comunidade trêmula em estado voluntário de fluxo

 

 


Inspirando-se nos escritos do poeta e filósofo Édouard Glissant (1928-2011) Notas de uma comunidade trêmula em um estado voluntário de fluxo focaliza o movimento e a multiplicidade da linguagem, da identidade cultural e da produção de conhecimento.

Com o seu livro Poetics of Relation (1990), Glissant oferece-nos uma ferramenta para reimaginar as questões mais pertinentes do nosso tempo. "Em vez de lugares fixos de origem, ele oferece locais de conectividade, onde várias histórias e modos de ser podem coexistir. Em vez de raízes, ele oferece o processo dinâmico de crioulização, uma poética definida por sua abertura à transformação. Em vez de um mundo de nações, ele oferece o arquipélago, uma imagem do mundo em que estamos todos conectados, permanecendo distintos. ”[1] Um dos princípios norteadores no pensamento de Glissant, assim como esta exposição, é o conceito de opacidade (opacité). A opacidade, ao contrário da transparência, acolhe o intraduzível e incognoscível. Glissant reivindica um "direito à opacidade" e convida as pessoas a aceitar o que elas não entendem.

Notas de uma comunidade trêmula ... experimenta com diferentes modos de relação e produção através do trabalho colaborativo reimaginando o processo de criação de exposições. O ponto de partida para o projeto é uma casa residencial em Berlim, onde um grupo flutuante de artistas, cientistas sociais, crianças, músicos, curadores, trabalhadores e pensadores se reuniram em julho passado. Aqui, partindo do princípio organizador de uma refeição diária em conjunto, inauguraram um processo de pesquisa sobre as fronteiras poéticas, distinguindo-as e conectando-as. Desde então, o convite para contribuir foi aberto a uma rede mais ampla de amigos e pessoas afins em todo o mundo.

A instalação na HMK não é pensada como a fase final do projeto, mas como outra fase de um diálogo mais longo, usando as ideias de Glissant como metodologia e praxis, conectando múltiplas vozes, mantendo suas características distintivas. Notas de uma comunidade trêmula ... é concebida como um arquipélago de quatro dimensões, dando ao público a possibilidade de desenhar suas próprias linhas para este projeto em andamento através de trabalhos em andamento, som, vídeo, performance, imagens e idéias.

A exposição integra o programa atual da HMK: UNDERCURRENTS

Exposição de 7 de Setembro a 20 de Outubro 2018

Com: Tomás Bartoletti, Oliver Bulas, Season Butler, Coletivo Kókir, Maurits Koster, Judith Lavagna, David Magnus, Mahony, Gerald Mandl, Luz Peuscovich, Pablo Pijnappel, Esper Postma, Aiko Tezuka, Leo Zhao

 

Hotel Maria Kapel (HMK)
Korte Achterstraat 2a
1621 GA Hoorn
The Netherlands
www.hotelmariakapel.nl
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Publish 24 Abril 2018

 

 

             

 O. (performance) – foto Hagolani – Berlim, 2011

 

 

Práticas de um corpo-matéria

por Elisabete Finger

28,29 e 30 de maio

9 - 13 hs

Valor: R$260,00 (equivalente a meia-bolsa)

Local

Sala Brasileira - Companhia Brasileira de Teatro

Rua José Bonifácio, 135 | sala 01 | Largo da Ordem

Carga horária

3 encontros de 4h

Total: 12h

Público Alvo

Artistas, criadores, estudantes, e interessados em artes do corpo. Adultos, maiores de 18 anos.

Inscrições e informações por email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Esse workshop reúne um repertório pessoal de exercícios, ações e experiências coletados ao
longo de anos, em diversas partes do mundo. Inclui também alguns princípios coreográficos,
células de movimento e estratégias de ação nos quais venho trabalhando. Compilo aqui
meus estudos práticos e teóricos em torno do que tenho chamado de corpo-matéria. Um
corpo que é a sua própria materialidade: carne, ossos, líquidos, pele, pelos. Um corpo que
tem propriedades de matéria (peso, volume, textura, cheiro, temperatura, cor) e que
encontra sua presença no mundo através do encontro (ou do choque) com outras matérias.
Um corpo erótico (nos termos de George Bataille), que se relaciona com tudo que está em
volta através da proximidade, do toque, de atravessamentos.


E a aventura de viver esse corpo num mundo material onde as coisas possuem a estranha
habilidade de exceder seu status de objeto.


Estrutura


Cada encontro se divide em duas partes:


Parte 1 – Prática corporal e preparação física. Contém pequenos rituais de ativação do
corpo-matéria. Envolve movimento, respiração, concentração, pequenas meditações e
breves células coreográficas. Duração aproximada: 1h 15 a 1h e 30min.


Parte 2 – Experiências voltadas para a pesquisa de estados corporais gerados a partir do
corpo-matéria, relações possíveis entre corpo e outras matérias, experimentos e estratégias
de criação e composição de situações coreográficas. Duração aproximada: 2h a 2h 30.

 

Elisabete Finger

Coreógrafa e performer, foi artista residente na Casa Hoffmann (Curitiba, 2004), fez parte da Formação Essais no Centre National de Danse Contemporaine d’Angers (França, 2005-2006), e do Programa SODA – Solo/Dance/Authorship, mestrado em dança pela HZT/UdK (Berlim – Alemanha, 2010-2011). Foi co-fundadora e integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (2005-2012). Tem apresentado seu trabalho em diferentes contextos (dança, performance, artes visuais), em diversos festivais e mostras no Brasil e em outros países, com apoio de instituições brasileiras e europeias como: Itaú Cultural, Festival Panorama, FUNARTE, Ministério da Cultura, Instituto Goethe, PACT Zollverein, Fabrik Potsdam, Uferstudios (DE), Weld (SE), entre outras. Em 2013 inicia no Brasil o programa Discoreografia – Música, Dança e Blablablá (versões em áudio e vídeo), do qual é idealizadora, curadora e apresentadora. Suas peças mais recentes são MONTAGEM, NHAKA (criação para a Cia portuguesa Ballet Contemporâneo do Norte) e MONSTRA (uma parceria com a artista visual Manuela Eichner, a peça foi indicada para o prêmio APCA 2017 – criação/coreografia).

 

 

 

 

Publish 05 Dezembro 2017

TEMPORADA DE PERFORMANCE

INTERNATIONAL PERFORMANCE MEETING

CURITIBA, BRASIL - 30.11 - 09.12

 

 

THE BLACK KIT

 

The Black Kit contain the Material and the ideas many single persons, groups, organizations, associations and information about
artists-run-spaces.
It contain documentation about events, festivals and other forms of presentation with structure of communication.
The B.K. host information, texts, facts about projects which gave directions in the performance art network.
Included are also temporary projects as potential material.

Further on, as an archive the B.K. Has contents
a) embrace a collection of theoretical publications (texts , essays, books, catalogues, artists-statements) about performance,
performance art, performing arts and intermedia arts.
It contents 3000 named international artists, 500 Dossiers and documentation about the different organizations in the
different performance art networks.
b) concepts and information about intentions for cultural, social and public spaces. Also alternated activities in the society.

 

 

 

http://www.blackkit.org

http://paersche.org/network/the-black-kit/

 

 

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