Sexta, 24 Mai 2019 00:00

FarolShow - 8 edição

 

 

Sexta, 24 Mai 2019 00:00

Keila Kern

 

https://usp-br.academia.edu/KeilaKern

 

 

Programação:

 

RASTRO – NÃO SEI POR ONDE IR MAS O MEU CORPO SABE

EXPOSIÇÃO

27 de março a 13 de abril, aberto de terça a sábado das 14h às 20h30 na Galeria Ponto de Fuga

A exposição, organizada pelas artistas Erica Storer e Margit Leisner, é construída com base em registros de performances. Fotografias, vídeos, textos, publicações e relíquias que formalizam a ação de onde surge a imagem. Mais do que apresentar registros para um recorte temporal ou histórico da performance arte, o que se pretende é apresentar imagens do corpo no contexto da ação. Em que medida é possível uma equivalência: entre uma performance realizada e a imagem propagada para além daquele instante? Fotógrafos, artistas, críticos de artes e o público são todos protagonistas das narrativas que servem de referência para uma história da performance. A exposição oferece pistas e possibilidades de apreensão da live art para além do tempo presente.

Organização: Margit Leisner e Erica Storer / Realização: Farol Arte e Ação / Apoio: Galeria Ponto de Fuga

Classificação Livre | PERMANENTE | Curitiba-PR | GRATUITO

 

OFICINA PERMANENTE – COMO FALAR SOBRE PERFORMANCE?
OFICINA | PERFORMANCE

28, 29 e 30 de março e 2 de abril das 10h às 17h na Plataforma Flex – PF

A Oficina Permanente: Como falar sobre Performance? é uma plataforma contínua para estudos da ação. O programa tem caráter prático e neste módulo inaugura abordagens sobre o ato de registro de performances, estabelecendo a base de simultaneidades que é própria de cada prática, a da performance e a do ato do seu registro. Assim sendo, os participantes da oficina de registro de performance participam também do laboratório de práticas de performance que é de onde surge o vocabulário que será articulado ao longo do trabalho.

Coordenação: Margit Leisner / Orientadores: Margit Leisner e Alexander Del Re (Chile)

Classificação 18 anos | 20 horas | Curitiba-PR | 10 vagas | GRATUITO

 

MOSTRA DE PERFORMANCE – O CORPO COMO ARQUIVO

A Mostra de Performance – O Corpo como Arquivo, reúne seis artistas visuais de diferentes gerações que atuam em diversas redes ao redor do mundo. Tendo em comum o fato de que desde os seus primórdios a gestão do campo da performance se dá em redes e à partir das demandas e iniciativas dos próprios artistas, esta mostra apresenta seis posicionamentos em relação à este campo. Um dos pressupostos desta plataforma é o sentido que cada um dos trabalhos ganha estando em vizinhança com outros.

COSMIC BLURING BALLS
PERFORMANCE

02 de abril às 16h na Galeria Ponto de Fuga

Esta performance nasce de um exercício quântico da busca interior de potência poética. A busca em seu processo reside na essência do ser que através da presença deseja a consciência de que toda a materialidade visível são também energias manifestas. Neste processo de investigaação a escuta e auto-observação são sentidos canalizados para uma conexão com o espaço e o tempo. Os sentidos conectam e canalizam, buscam e encontram, expandem-se e se retraem…quicam. Manifestam sua existência entre a ausência e presença. Como se os corpos pudessem ser apenas “corpos celestes” em suas jornadas cósmicas.

Artistas: Adriana Tabalipa

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Rio de Janeiro-RJ | GRATUITO

ENQUANTO É TEMPO
PERFORMANCE

02 de abril às 17h na Galeria Ponto de Fuga

A performance retrata um presente distópico, de uma época envolvida por desgastes políticos e sociais. Enquanto é tempo, busca através da força física a imagem do corpo que arca com peso de um passado que volta à tona.

Artista: Erica Storer

18 | aproximadamente 30 | Curitiba-PR | GRATUITO

CÉU DA BOCA
PERFORMANCE

02 de abril às 18h na Galeria Ponto de Fuga

O mito é o sujeito central que dá significação a um ritual e cria narrativas para arquétipos. Como e por que esses topoi heroicos são traduzidos em trabalhos de performance? O pensamento de uma arte contemplativa é subtraído de um confronto que exige a investigação por parte do espectador de acordo com os códigos e referências de sua própria cultura. Através de abordagens imersivas dentro de contextos culturais e antropológicos, o artista é motivado por questões como legado e tradição, e de como a arte pode ser um conservatório e transmissor desses agentes.

Artista: Eduardo Amato

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Curitiba-PR | GRATUITO

FORÇA ESTRANHA
PERFORMANCE

03 de abril às 16h na Galeria Ponto de Fuga

As performances de Margit partem de uma pré-figuração (imagem) para se realizarem como presente. Em seus trabalhos ela utiliza materiais do cotidiano para revelar imagens conhecidas porém pouco vistas. Ao estabelecer relações de não- hierarquia com a realidade material o corpo de Margit se desprende de uma identidade fixa para se definir, através da ação, com um corpo entre outros corpos no aqui e no agora. Força Estranha é um trabalho inédito da artista portanto não existe senão como potência no tempo. E é dessa potência que surgem as imagens que serão vistas pelo espectador.

Artista: Margit Leisner

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Curitiba-PR | GRATUITO

PERFORMANCE/NÃO PERFORMANCE
PERFORMANCE

03 de abril às 17h na Galeria Ponto de Fuga

A performance é a Parte 2 da série #WhatIsPerformanceArt e irá buscar dois estados: Performance e não-performance. No estado de performance uma câmera será utilizada para registrar e mostrar ao vivo o que o próprio artista verá durante as suas ações. Na não-performance o registro prévio será exibido para amplificar a natureza dupla da performance explorada pela existência de uma performance através do seu desaparecimento automático.

Artista: Alexander Del Re

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Chile | GRATUITO

UM RIM DIREITO
PERFORMANCE

03 de abril às 18h na Galeria Ponto de Fuga

Última performance criada por Fernando Ribeiro, explora algo novo em seu percurso artístico: tratar de uma questão autobiográfica. Esta performance foi apresentada no ZAZ Festival em Israel, em dezembro de 2018.

Artista: Fernando Ribeiro

Classificação 18 anos | aproximadamente 30min | Curitiba-PR | GRATUITO

 

CONVERSAS

EX MISS FEBEM, ETC. – PORTFOLIO EXTRAVAGANZA POR ALETA VALENTE
PALESTRA

04 de abril às 17h na Boiler Galeria

Aleta Valente é artista visual de Bangu, Rio de Janeiro. A sua prática é relacionada à @ex_miss_febem, personagem que ganha vida nas redes sociais. Aleta irá conversar sobre a sua prática, que engloba a publicação de uma vasta coleção de imagens em vídeo e fotografia. Ao desnudar horizontes da imagética cotidiana raramente vista, Aleta nos dá acesso à sua navegação desbravadora. Atualmente, é possível acompanhar as publicações de Aleta no Instagram pelo perfil @ex_miss_febem2.

Artista: Aleta Valente

Classificação 18 anos | 120min | Rio de Janeiro – RJ | GRATUITO

 

PEQUENOS ACIDENTES & SINAIS DE TERROR – PORTFOLIO EXTRAVAGANZA POR FABIO NORONHA
PALESTRA

05 de abril às 17h na Plataforma Flex – PF

A conversa compreende alguns casos presenciados pelos artista em que a censura rondou sua produção; alguns questionamentos sobre a “censura consentida” pelos usuários das redes sociais; e, mais especificamente, colocar em pauta alguns mecanismos de verificação do campo da arte. Assuntos como medição dos aparelhos pela computação das redes telemáticas; disrupção de formas de aquisição/distribuição de informação causada por tecnologias como o compartilhamento Peer-to-Peer (P2P), a apropriação de conteúdos com seus deslocamentos de territórios e densidades culturais distintas também serão abordados na palestra.

Artista: Fabio Noronha

Classificação 18 anos | 150 min | Curitiba-PR | GRATUITO

PERFORMANCE E PRODUÇÃO DE MEMÓRIA SOBRE A PERFORMANCE ARTE – PORTFOLIO EXTRAVAGANZA POR ALEXANDER DEL RE E PAULO REIS
PALESTRA

O6 de abril às 17h na  Plataforma Flex – PF

Se a performance é a arte da presença, qual o lugar da narrativa sobre uma performance à partir de seus registros? Esse tem sido um dos paradigmas que atravessam o campo das práticas conhecidas como live art ou arte viva. Qual a diferença crucial entre uma vídeo-performance e o registro em vídeo de uma performance realizada? A produção de memória que se perpetua para além das imagens vividas em uma performance é um dos assuntos a serem elaborados nesta conversa.

Palestrantes: Alexander Del Re (performer e organizador do Festival Perfolink, Chile) e Paulo Reis (historiador e curador)

Classificação 18 anos | 180min | Chile / Curitiba-PR | GRATUITO

 

 

 

Domingo, 02 Setembro 2018 00:00

Coletivo Kókir na HMK

 

Notes from a trembling community in a wilful state of flux //

 

Notas de uma comunidade trêmula em estado voluntário de fluxo

 

 


Inspirando-se nos escritos do poeta e filósofo Édouard Glissant (1928-2011) Notas de uma comunidade trêmula em um estado voluntário de fluxo focaliza o movimento e a multiplicidade da linguagem, da identidade cultural e da produção de conhecimento.

Com o seu livro Poetics of Relation (1990), Glissant oferece-nos uma ferramenta para reimaginar as questões mais pertinentes do nosso tempo. "Em vez de lugares fixos de origem, ele oferece locais de conectividade, onde várias histórias e modos de ser podem coexistir. Em vez de raízes, ele oferece o processo dinâmico de crioulização, uma poética definida por sua abertura à transformação. Em vez de um mundo de nações, ele oferece o arquipélago, uma imagem do mundo em que estamos todos conectados, permanecendo distintos. ”[1] Um dos princípios norteadores no pensamento de Glissant, assim como esta exposição, é o conceito de opacidade (opacité). A opacidade, ao contrário da transparência, acolhe o intraduzível e incognoscível. Glissant reivindica um "direito à opacidade" e convida as pessoas a aceitar o que elas não entendem.

Notas de uma comunidade trêmula ... experimenta com diferentes modos de relação e produção através do trabalho colaborativo reimaginando o processo de criação de exposições. O ponto de partida para o projeto é uma casa residencial em Berlim, onde um grupo flutuante de artistas, cientistas sociais, crianças, músicos, curadores, trabalhadores e pensadores se reuniram em julho passado. Aqui, partindo do princípio organizador de uma refeição diária em conjunto, inauguraram um processo de pesquisa sobre as fronteiras poéticas, distinguindo-as e conectando-as. Desde então, o convite para contribuir foi aberto a uma rede mais ampla de amigos e pessoas afins em todo o mundo.

A instalação na HMK não é pensada como a fase final do projeto, mas como outra fase de um diálogo mais longo, usando as ideias de Glissant como metodologia e praxis, conectando múltiplas vozes, mantendo suas características distintivas. Notas de uma comunidade trêmula ... é concebida como um arquipélago de quatro dimensões, dando ao público a possibilidade de desenhar suas próprias linhas para este projeto em andamento através de trabalhos em andamento, som, vídeo, performance, imagens e idéias.

A exposição integra o programa atual da HMK: UNDERCURRENTS

Exposição de 7 de Setembro a 20 de Outubro 2018

Com: Tomás Bartoletti, Oliver Bulas, Season Butler, Coletivo Kókir, Maurits Koster, Judith Lavagna, David Magnus, Mahony, Gerald Mandl, Luz Peuscovich, Pablo Pijnappel, Esper Postma, Aiko Tezuka, Leo Zhao

 

Hotel Maria Kapel (HMK)
Korte Achterstraat 2a
1621 GA Hoorn
The Netherlands
www.hotelmariakapel.nl
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 O. (performance) – foto Hagolani – Berlim, 2011

 

 

Práticas de um corpo-matéria

por Elisabete Finger

28,29 e 30 de maio

9 - 13 hs

Valor: R$260,00 (equivalente a meia-bolsa)

Local

Sala Brasileira - Companhia Brasileira de Teatro

Rua José Bonifácio, 135 | sala 01 | Largo da Ordem

Carga horária

3 encontros de 4h

Total: 12h

Público Alvo

Artistas, criadores, estudantes, e interessados em artes do corpo. Adultos, maiores de 18 anos.

Inscrições e informações por email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Esse workshop reúne um repertório pessoal de exercícios, ações e experiências coletados ao
longo de anos, em diversas partes do mundo. Inclui também alguns princípios coreográficos,
células de movimento e estratégias de ação nos quais venho trabalhando. Compilo aqui
meus estudos práticos e teóricos em torno do que tenho chamado de corpo-matéria. Um
corpo que é a sua própria materialidade: carne, ossos, líquidos, pele, pelos. Um corpo que
tem propriedades de matéria (peso, volume, textura, cheiro, temperatura, cor) e que
encontra sua presença no mundo através do encontro (ou do choque) com outras matérias.
Um corpo erótico (nos termos de George Bataille), que se relaciona com tudo que está em
volta através da proximidade, do toque, de atravessamentos.


E a aventura de viver esse corpo num mundo material onde as coisas possuem a estranha
habilidade de exceder seu status de objeto.


Estrutura


Cada encontro se divide em duas partes:


Parte 1 – Prática corporal e preparação física. Contém pequenos rituais de ativação do
corpo-matéria. Envolve movimento, respiração, concentração, pequenas meditações e
breves células coreográficas. Duração aproximada: 1h 15 a 1h e 30min.


Parte 2 – Experiências voltadas para a pesquisa de estados corporais gerados a partir do
corpo-matéria, relações possíveis entre corpo e outras matérias, experimentos e estratégias
de criação e composição de situações coreográficas. Duração aproximada: 2h a 2h 30.

 

Elisabete Finger

Coreógrafa e performer, foi artista residente na Casa Hoffmann (Curitiba, 2004), fez parte da Formação Essais no Centre National de Danse Contemporaine d’Angers (França, 2005-2006), e do Programa SODA – Solo/Dance/Authorship, mestrado em dança pela HZT/UdK (Berlim – Alemanha, 2010-2011). Foi co-fundadora e integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (2005-2012). Tem apresentado seu trabalho em diferentes contextos (dança, performance, artes visuais), em diversos festivais e mostras no Brasil e em outros países, com apoio de instituições brasileiras e europeias como: Itaú Cultural, Festival Panorama, FUNARTE, Ministério da Cultura, Instituto Goethe, PACT Zollverein, Fabrik Potsdam, Uferstudios (DE), Weld (SE), entre outras. Em 2013 inicia no Brasil o programa Discoreografia – Música, Dança e Blablablá (versões em áudio e vídeo), do qual é idealizadora, curadora e apresentadora. Suas peças mais recentes são MONTAGEM, NHAKA (criação para a Cia portuguesa Ballet Contemporâneo do Norte) e MONSTRA (uma parceria com a artista visual Manuela Eichner, a peça foi indicada para o prêmio APCA 2017 – criação/coreografia).

 

 

 

 

Sexta, 13 Abril 2018 00:00

Temporada de Performance 2019

A Temporada de Performance joga luz sobre o campo das práticas contemporâneas que extrapolam a noção de objeto por serem pensadas com premissas que são próprias da ação. Se a performance é a arte da presença, qual o lugar das narrativas sobre uma performance à partir de seus registros em imagens? O programa, que reúne as galerias Farol Arte e Ação, a Galeria Ponto de Fuga, a Boiler Galeria e a Plataforma Flex PF inclui uma mostra de performance, uma oficina com práticas de performance e de registro, conversas e uma exposição. 

clique para saber mais!

 

 

 

 

Oficina Permanente

A Oficina Permanente tem por objetivo estabelecer uma plataforma contínua para estudos da ação. O programa tem caráter prático e é também uma forma de responder ao questionamento:

Como falar sobre Performance?

Coordenado pela artista Margit Leisner com base nos estudos desenvolvidos ao longo de 4 anos com o pesquisador e performer Boris Nieslony (Koln, Alemanha) bem como da experiência acumulada desde 1997 em colaborações nas diversas áreas das artes performáticas (dança, música, teatro) e da performance arte. A Oficina Permanente acontece à partir um calendário de dias fixos mensais (sempre a quarta sexta-feira e sábado de cada mês) bem como com a participação de orientadores convidados em datas específicas. No mês de maio contamos com a presença da artista Elisabete Finger

 

Elisabete Finger

Coreógrafa e performer, foi artista residente na Casa Hoffmann (Curitiba, 2004), fez parte da Formação Essais no Centre National de Danse Contemporaine d’Angers (França, 2005-2006), e do Programa SODA – Solo/Dance/Authorship, mestrado em dança pela HZT/UdK (Berlim – Alemanha, 2010-2011). Foi co-fundadora e integrante do Couve-Flor Minicomunidade Artística Mundial (2005-2012). Tem apresentado seu trabalho em diferentes contextos (dança, performance, artes visuais), em diversos festivais e mostras no Brasil e em outros países, com apoio de instituições brasileiras e europeias como: Itaú Cultural, Festival Panorama, FUNARTE, Ministério da Cultura, Instituto Goethe, PACT Zollverein, Fabrik Potsdam, Uferstudios (DE), Weld (SE), entre outras. Em 2013 inicia no Brasil o programa Discoreografia – Música, Dança e Blablablá (versões em áudio e vídeo), do qual é idealizadora, curadora e apresentadora. Suas peças mais recentes são MONTAGEM, NHAKA (criação para a Cia portuguesa Ballet Contemporâneo do Norte) e MONSTRA (uma parceria com a artista visual Manuela Eichner, a peça foi indicada para o prêmio APCA 2017 – criação/coreografia).

 

Margit Leisner

Curitiba, 1971. Margit Leisner é formada Artes Visuais na F + F Schule für Kunst und Mediendesign Zürich, Suíça. É interessada em contextos relacionados à cultura da performance. De 1999 a 2000 realizou o inventário do Arquivo de Performance Arte Schwarze Lade/Black Kit, no Seedamm KulturZentrum, Suíça. Em 2002 participa do Faxinal da Artes, PR e a partir de 2005 integra residências internacionais como Capacete no Rio de Janeiro e em São Paulo e a FLATSTATION, Bijlmer, Amsterdam, em 2010. Como curadora esteve à frente de iniciativas como o Arte em Circulação - Espaço Cultural da Caixa, 2009; Poéticas Experimentais da Voz em curadoria conjunta com Alex Hamburger e Romano no MAC Niterói, RJ e na Grande Garagem que Grava em 2009, Curitiba; Videoescuta, 2013 na GGG, Curitiba e o EXPERIMENTA: Lastro Encontros de Arte e Crítica em 2013.

Em 2014 fundou a Galeria Farol Arte e Ação.

 


 

2018

 

 

 Junho   Inscrições Encerradas!!!!

 

local: Sede da Cia. Brasileira de Teatro

22 e 23 - Laboratório com Margit Leisner

 


 

Maio   Inscrições Encerradas!!!

 

 

local: Sede da Cia. Brasileira de Teatro

25 e 26 - Laboratório com Margit Leisner

28, 29 e 30 - Práticas de um corpo-matéria com Elisabete Finger _ SAIBA MAIS AQUI!

 

 

 

 


 

 

Abril Inscrições Encerradas!!!

 

local: Sede da Cia. Brasileira de Teatro

27 e 28 de abril - Laboratório com Margit Leisner

sexta-feira das 17 às 20 horas e sábado das 10 às 17 hs

 

 

 

 


 

 

Março 

 

local: Guairacá Cultural

23 e 24 de Março

sexta-feira das 17 às 20 horas e sábado das 10 às 17 hs

INSCRIÇÕES ENCERRADAS!

 

Participantes:

Adriana Tabalipa

Anna Rachel Czech

Alexandre Linhares

Bernadete Amorim

Inara Vidal

Erica Storer

Gio Soifer

Maria Ines Gutierrez

 

                                                                                              imagem - inara vidal

 

 

 

 

 

                                                                                 

 

 

 

 

 


Histórico



2017

 


Com alegria anunciamos a Temporada de Performance. Organizada em colaboração com a plataforma PAErsche da Alemanha, a Farol Arte e Ação e o p.ARTE – de 30 de novembro a 9 de dezembro - realiza-se este evento na forma de um Encontro Internacional com oficinas, conversas, teoria e apresentação de performances de artistas e organizadores do Brasil, Alemanha, Argentina e Chile.

Sobre o PAErsche

O PAErsche, laboratório de Performance Arte foi fundado em 2010 na região da Westfalia do Norte na Alemanha com cerca de 20 artistas associados. Sua potência reside em reunir diversas gerações de artistas que trabalham juntos e se enriquecem mutuamente.

Cada evento é realizado com base no conceito de Open Source Performance (Código Aberto). Alguém dá início abrindo o campo de ação e outros se unem quando sentem o impulso de fazê-lo. Assim se constrói uma estrutura comparável à um veículo no qual todos se movem em ação. Um experimento.

O objetivo do PAErsche é criar um espaço de encontro e também criar diálogos entre os artistas da Alemanha e internacionalmente. Interessa-lhes a comunicação intercultural. As atividades do PAErsche servem como plataforma para iniciar a discussão sobre Performance Arte.

São membros do PAErsche:

Boris Nieslony, Carola Willbrand, Christiane Obermayr, Evamaria Schaller, Karin Meiner, Elke Mark, Marita Bullmann, Rolf Hinterecker, Thomas Reul, Anja Plonka, Anja Ibsch, Beatrice Didier, Constantin Schädle, Alice de Visscher, Mark Met, Michael Dick, Anne-Louise Hoffmann, Irmgard Himst-edt, Frank Homeyer, Susanne Helmes, Petra Deus, Lala Nomada, Waltraud Caspari-Philipps, Ute-Marie Paul. 

Plataformas

PAErsche | Essen, Alemanha

  • Boris Nieslony
  • Karin Meiner
  • Evamaria Schaller
  • Marita Bullmann
  • Thomas Reul

Peras de Olmo | Buenos Aires, Argentina

  • Graciela Ovejero Postigo

Perfolink | Santiago do Chile, Chile

  • Alexander Del Re

Galeria Farol Arte e Ação | Curitiba, Brasil

  • Amabilis de Jesus
  • Adriana Tabalipa
  • Bernadete Amorim
  • Denise Bandeira
  • Elisa Cordeiro de Britto
  • Erica Storer
  • Fábia Regina
  • Fernando Ribeiro
  • Gio Soifer
  • Graciela Ovejero Postigo
  • Leo Fressato
  • Maria Inês Gutiérrez
  • Mariana Barros
  • Thalita Sejanes

p.ARTE | Curitiba, Brasil

  • Fernando Ribeiro
  • Lidia Ueta & Melina Mulazani
  • Patricia Saravy
  • Erica Storer

 

Programa:


- Oficina com Boris Nieslony  e PAERSCHE

- p.ARTE na Universidade com Lídia Ueta, Graciela Ovejero Postigo,

Alexander del Re e PAERSCHE

- Introdução ao Arquivo de Performance Black Kit, Boris Nieslony

- p.ARTE

 

 

 

 

Terça, 16 Janeiro 2018 00:00

"Deixe sinais de alegria por onde passares"

  

                            

 

 

 

                                          

 

 

 

  

 

 

 

 

Terça, 02 Janeiro 2018 00:00

VII edição_Farol Encosta Sem Licença

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sábado, 30 Dezembro 2017 00:00

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Sábado, 30 Dezembro 2017 00:00

2017

Somos Simples, Somos Errantes

 

por Margit Leisner

 

Poema da Cumplicidade

era um homem interior, no interior das casas. consumia os lugares como se esgotasse o espaço à força do pensamento. não ficava muito tempo em parte alguma, seguia. diziam que, quando visto à socapa, sem se aperceber disso, vomitava tijolos. alguns de casas muito antigas pelas quais passara havia tantos anos. uma mulher, talvez a sua mulher, punha-se entre os tijolos e criava uma cozinha. alimentavam-se depois, os dois, de um misto de saudade e inusitada capacidade de mudar.

somos simples, somos buracos

                      ao canto do dia,

         através de nós vê-se tudo.

Valter Hugo Mãe enviado por Bernadete Amorin

 

 

Histórico

O estabelecimento de um espaço físico - a Galeria Farol Arte e Ação – foi o primeiro movimento de um ciclo de ações que se desenvolveu principalmente no espaço físico e simbólico da São Francisco, na Bicicletaria Cultural em Curitiba. A Bicicletaria Cultural; onde em 2014 surgiu a Galeria Farol como uma pre-figuração vinculada a um endereço. A infra-estrutura do local em proximidade com a Associação dos Ciclistas do Alto Iguaçú – a CicloIguaçu - constituiu bagagem determinante para o repertório de saberes e não-saberes assimilados e irradiados a partir do centro de Curitiba e ao longo de 2 anos e 8 meses.

 

Não Pergunte, 2014

imagem do espaço que a Farol veio a ocupar na Bicicletaria Cultural 

 

A Farol Arte e Ação em 2017

Desvincular a FAROL da expressão de um esquema fixo e definitivo é um movimento estratégico e radical (embora não seja irreversível) no espectro das ações realizadas até aqui. Esta disposição para a errância desestabiliza e ao mesmo tempo consolida o ímpeto primeiro da FAROL que é o de organizar constituindo; a jogar luz sobre aspectos do presente que, não raramente, encontram na premissa da instabilidade a sua potência de ação mais pungente. Artistas, profissionais de diversas áreas, amigos e amantes da arte são a medida viva dessa constelação. Das propostas estéticas que se apresentam no horizonte do momento, interessam à FAROL aquelas que entram em diálogo com as formas errantes, investigativas e de processos capazes de re-significar as moedas correntes no negócio da arte. De colocar-se à cada vez em posição afirmativa de novos contornos.

Em 2017 a Farol joga luz sobre agentes em deslocamento, errância, formas nômades e as práticas site-specific. Para isso, criamos um programa que se articula à partir do relevo arquitetônico e que se desenvolve com base no princípio da hospitalidade: hóspede//anfitrião. Será um período de aproveitamento provocado; de distâncias em centímetros, das linhas graciosas, ritmadas, sem pressa. 

 

04.17

Neblina

 

06.17

Expedição Artística com Daniela Vicentini

 

09.17

Encosta Residência

FarolShow Encosta e Sem Licença na Galeria Ponto de Fuga

Sauna - Uma conversa quente com Irene de Craen (Hoorn, Holanda) e Keila Kern (Curitiba, Brasil)

Portfolio Extravaganza_01

Hispter is Not Dead - Individual de Artestenciva Melo - Bienal de Curitiba

 

10.17

Portfofilo Extravaganza_02

 

11 e 12.17

Temporada de Performance:

Oficina com PAErsche LAB (Alemanha)

Introdução ao Arquivo de Performance Black Kit, Boris Nieslony (Koln, Alemanha)